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07/06/2019 07h26

Inteligência artificial no varejo

Inteligência artificial no varejo

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Afinal, o que é essa tal inteligência artificial (IA) e como usá-la na prática no seu negócio? A IA é um campo de estudo da computação voltado a replicar a capacidade humana em máquinas de forma inteligente e também racional. Cada vez mais acessível, viabiliza a interação entre máquinas e homens em busca de soluções.

Sua aplicação no varejo possibilita a automatização do atendimento e pode melhorar a experiência de compra do consumidor, impulsionando vendas ou atuando no pós-venda. Seu funcionamento é baseado em um banco de dados com informações precisas e respostas para questões recorrentes. E em caso de necessidade o atendimento humano é acionado para continuidade da interação com o cliente.

Isto é garantido com a capacidade dos sistemas de cruzar dados e identificar perfis de consumidores graças à coleta de informações intensificada no processo de digitalização.

A inteligência artificial está nos bancos, nas companhias telefônicas e em vários sites de e-commerce.

A mais famosa no varejo é a Lu, o chatbot da Magazine Luiza, criada para melhorar o pós-venda e reduzir o tempo de espera do cliente pelo atendimento. A grande sacada foi perceber o hábito cada vez mais comum das pessoas se comunicarem por mensagem, em detrimento do telefone.

O case da Lu quebra inclusive um paradigma inicial que pode levar à ideia de que inserir um robô no processo de atendimento vai distanciar as pessoas. Seu aspecto humanóide cria uma identificação positiva.

A verdade é que o consumidor não se importa de ser atendido por um bot, desde que tenha seu problema solucionado em tempo hábil e de forma objetiva.

E quem pensa que a tecnologia é inacessível está enganado diante das possibilidades de aplicar IA no relacionamento com os seus clientes até mesmo no Whatsapp e no Messenger do Facebook. Também é possível automatizar o envio de e-mails personalizados e criar ofertas baseadas no perfil de compras do consumidor, por exemplo.

No final, IA não surgiu para substituir os humanos no varejo, mas existe como mais uma ferramenta complementar e que deve ser aplicada com o objetivo principal de melhorar o relacionamento com o consumidor.

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