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02/03/2018 06h41

Após registrar primeira morte, Prefeitura intensifica ações para combate da febre amarela

Após registra primeira morte, Prefeitura intensifica ações para combate da febre amarela

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Catas Altas - A Prefeitura de Catas Altas está intensificando as ações de combate à febre amarela. Segundo boletim divulgado em 23 de fevereiro pela secretaria municipal de saúde,o município registrou o primeiro caso da doença com óbito, confirmado laboratorialmente pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) no dia 15 de fevereiro. Outros três casos suspeitos estão sendo investigados pelo município e aguardando resultados de exames.

Além do monitoramento rápido de cobertura vacinal para Febre Amarela pelos enfermeiros, através de visita domiciliar e conferencia do cartão de vacina da população e dos servidores municipais, a Prefeitura está realizando o chamado bloqueio vetorial com aplicação de inseticida com priorização das áreas suspeitas.

“É importante que a população se previna. Além de tomar a vacina, usar repelente e mosquiteiro”, destaca a secretária de saúde Maria Tereza Hosken.

Segundo levantamento da Estratégia de Saúde da Família, apenas algumas pessoas ainda não se vacinaram e outras se recusaram a tomar a vacina.

“No ano de 2017, realizamos uma grande mobilização a fim de facilitar o acesso da população a vacinação, incluindo a zona rural, ativamos a sala de vacinas do Morro da Água Quente, realizamos vacinação extramuro, monitoramos rotineiramente os cartões espelho e o registro no Sistema de Informação do Programa de Imunizações (SIPNI) e ampliamos o horário de funcionamento da sala de vacina no horário do almoço e às quartas-feiras até as 19 horas”, completa Maria Tereza.

Além disso, a equipe da saúde de Catas Altas orientou e capacitou os funcionários do Santuário do Caraça. O parque passou a exigir, desde então, o cartão de vacinação para entrada de seus visitantes. Também foram feitas visitas às pousadas, orientações às empresas e população, aplicações de inseticida para combate ao mosquito, entre outras medidas.

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), desde julho de 2017, já foram confirmados 183 casos da doença em Minas Gerais. Deste total, 76 evoluíram para óbito e outros 404 continuam em investigação.

O Governo de Minas Gerais decretou situação de emergência em cinco áreas do estado, somando 162 municípios. 

 

 

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