Bom Dia - O Diário do Médio Piracicaba

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30/08/2017 08h16

Filarmônica pela segunda vez em Santa Bárbara

Apresentação gratuita mantida pelo Governo do Estado, com patrocínio máster da AngloGold Ashanti e apoio da Prefeitura terá clássicos de Carlos Gomes e Tchaikovsky

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Santa Bárbara recebe, neste sábado (2), às 20h30, na Praça da Matriz, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Pela segunda vez na cidade, em 2017, o repertório, que contará com obras de Berlioz, Carlos Gomes, Elgar, J. Strauss Jr., Schubert, Tchaikovsky, entre outros clássicos, será ainda mais extenso em estilos e períodos musicais. 
 
Além disso, este ano, a Filarmônica contará com formação completa. Os músicos estarão sob o comando do regente Marcos Arakaki. Para ele, os concertos ao ar livre são uma maneira do público se aproximar da Orquestra, bem como dos músicos estarem mais perto do público. “É sempre um momento carregado de emoção e alegria, há uma troca de experiências que nos energiza e faz com que as pessoas se sintam abraçadas e reconfortadas pela música clássica”, afirmou.   
 
Em 2016, no 1º concerto da Orquestra em Santa Bárbara, mais de 1500 pessoas lotaram o Centro Histórico para apreciar música clássica. Este ano, a turnê da Filarmônica já passou por Nova Lima, Sabará e Caeté. 
 
Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e AngloGold Ashanti, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com o apoio da Prefeitura de Santa Bárbara. Para a Mineradora, o retorno ao Município reforça o interesse local em iniciativas que promovam a cultura. “Um dos objetivos da AngloGold Ashanti, na sua atuação junto às comunidades, é promover e valorizar a cultura nas cidades onde a empresa opera. As apresentações da Filarmônica são uma rica oportunidade de assistir a uma apresentação de qualidade internacional”, destacou o vice-presidente da AngloGold Ashanti Brasil, Camilo Farace. 
 
Repertório 
 
Em um repertório diverso, estarão obras como Pompa e Circunstância: Marcha nº 1, de Elgar; A danação de Fausto: Marcha Húngara, de Berlioz; Rosamunde: Abertura, de Schubert; Tik-Tak Polka, de J. Strauss Jr.; Condor: Abertura, de Carlos Gomes; Eugene Onegin: Valsa, de Tchaikovsky; Rapsódia Húngara nº 2, de Liszt; e Carmem: Prelúdio, de Bizet. 
 
Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais 
 
Criada em 2008, a Filarmônica, atualmente sob direção artística e regência titular de Fábio Mechetti, já recebeu sete prêmios de cultura e desenvolvimento social, tornando-se um dos projetos mais bem-sucedidos de Minas Gerais e do Brasil no campo da música erudita. Até junho de 2017, a Orquestra realizou 672 concertos, com execução de 890 obras de compositores brasileiros e estrangeiros para mais de 874 mil pessoas, sendo que, mais de 43% do público pôde assistir às apresentações gratuitamente. O impacto desse projeto artístico também pode ser medido pela geração de 60 mil oportunidades de trabalho direto e indireto. 

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