Bom Dia - O Diário do Médio Piracicaba

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09/05/2017 09h02

Procura por vacinas contra a gripe ainda é baixa em João Monlevade

Até esta segunda-feira, foram aplicadas 2.540 doses da vacina, o que corresponde a pouco mais de 16% do público prioritário

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A procura pela vacina contra a gripe é considerada baixa nas Unidades Básicas de Saúde de João Monlevade. O mesmo ocorre na maioria dos postos de saúde de Minas Gerais, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). 
 
Até esta segunda-feira (8), foram aplicadas 2.540 doses da vacina na cidade, o que corresponde a pouco mais de 16% do público prioritário. A meta é imunizar 90% do público-alvo até 26 de maio, quando termina a campanha. A estimativa é vacinar 15.505 pessoas. Nesse número não estão relacionados os professores, que nesse ano também devem receber a imunização.
 
Em 2017, o grupo prioritário para receber a vacina são pessoas acima de 60 anos, crianças entre 6 meses e 4 anos, trabalhadores da área de saúde, gestantes, puérperas – em até 45 dias após o parto, portadores de doenças crônicas, presidiários e professores das redes pública e privada de ensino básico. Todos têm o direito a vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das chances de se imunizar será no dia D da mobilização nacional, que acontece em 13 de maio. A estratégia irá possibilitar a abertura dos postos de saúde para receber a população. 
 
Em João Monlevade, desse grupo, os idosos são os que mais procuraram os postos para receber a imunização (1.823). Em seguida, estão as crianças (347), profissionais da saúde (249), gestantes 9105) e por último as puérperas (16). Os dados estão disponíveis no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (Sipni).
 
Doença avança
 
Desde o início deste ano até a última quinta-feira (11), foram registrados 32 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) causada por Influenza. Do total, cinco foram pelo tipo B, um pelo tipo A/H1, 23 pelo tipo A/H3N2 e 3 pelo tipo A não subtipado ou sem informação. Quatro pessoas morreram. A faixa etária mais acometida é de pessoas acima de 50 anos, totalizando 57% dos casos confirmados. De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI) a maior circulação no Brasil, neste ano, está sendo o tipo H3N2. 
 
As estatísticas de óbitos relacionadas à gripe vêm sendo alarmantes desde 2009, quando teve início a epidemia. Apenas em 2016, ano com maior incidência de casos, mais de 2,2 mil brasileiros morreram por problemas relacionados à gripe. Em Minas, também no ano passado, a síndrome respiratória aguda grave (Srag) causada pela influenza matou 290 pessoas. (Com informações EM). 

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