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01/07/2016 09h10

Perícia Técnica na cidade inaugura laboratório para análise de drogas

Perícia Técnica na cidade inaugura laboratório para análise de drogas

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4ª Delegacia de Polícia Civil ( DRPC), de João Monlevade, já realiza perícia nas drogas apreendidas na cidade, além das outras dez cidades que compõem a unidade.

Isso porque foi instalado na sede da Perícia Técnica, um laboratório que entrou em operação nesta semana. Por enquanto apenas maconha e crack, serão analisadas pela equipe técnica local.

O projeto foi iniciado pelo delegado Bernardo de Barros Machado, que atuou como Delegado Regional na cidade até meados do mês de junho, depois foi transferido para o Detran/MG, em belo Horizonte.

Antes, os entorpecentes eram encaminhados a um laboratório em Belo Horizonte e demoravam em entre 60 e 90 dias, para ficarem prontos e retornarem. Isso em função do laboratório lá possuir uma demanda muito grande. Com os trabalhos sendo realizados na cidade, os resultados sairão em poucos dias.

Ao invés de as delegacias regionais encaminharem os itens apreendidos à capital mineira para o exame toxicológico eles passam a ser realizados no novo laboratório que foi montado através de parcerias com empresários locais e a AMEPI (Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba).

Uma perita, que passou por treinamentos em Belo Horizonte será a responsável por analisar os materiais.

O exame toxicológico, que é o definitivo, é uma técnica indispensável, que se impõe à condenação de alguém suspeito por tráfico de drogas. É necessário um laudo para confirmar se o produto encontrado com o suspeito, é ou não uma das substâncias proibidas pelo Ministério da Saúde. Sem o laudo, o juiz não tem condições de sentenciar. Muitas vezes são concedidas liberdades provisórias à traficantes por causa da demora da chegada desses laudos.

Posto de Perícia Integrado

Em 2009 a ArcelorMittal Monlevade doou um terreno no Bairro Laranjeiras para a construção do Posto de Perícia Integrado (PPI), que atenderia além de João Monlevade, Itabira, Ponte Nova e Manhuaçu, mas o projeto ainda não saiu do papel.

O serviço permitiria uma estrutura adequada para funcionamento de um IML e de trabalhos de perícia. Atualmente, as necropsias, por exemplo, são feitas em uma sala próxima ao setor administrativo do Cemitério do Baú. 

Foto: Bell Silva

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